Não existe santidade genuína sem o amor aos outros.




Meditando sobre o tema santidade, ficou claro pra mim uma simples verdade: Não existe santidade genuína sem o amor aos outros. Não existe vida santa e consagrada a Deus se pessoas não são valorizadas. É muito bom provar o amor de Deus e receber suas dádivas, mas é necessário também experimentar esse privilégio de amar, amar as pessoas e estar disposto a ajudá-las.
Desejamos tanto viver, crescer, conquistar, que frequentemente esquecemos de desacelerar um pouco e olhar para os lados. Ser santo é ser gente que se preocupa com gente. Pessoas são santas porque são separadas para pertencerem a Deus, não por serem perfeitas nem prontas, aliás, a santificação é um processo que dura a vida toda. Ser santo é ser separado para Deus e não isolado do mundo, Deus não deseja isso, mas sim proximidade e contato. Relacionamento. Santidade dá um tempero à vida, sabor ao nosso relacionamento com Deus e com as outras pessoas. Ele nos manda que sejamos santos como Ele, para que nossa vida santificada promova seu amor e seu nome.
“Segui a paz com todos e a santificação sem a qual ninguém verá o Senhor.” (Hb 12.14)